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1. Dia (Dom) – Petrolina

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A lenda diz que, quem bebe da água do São Francisco, nunca mais deixa de voltar a Petrolina. E a lenda torna-se um fato. Com suas águas mornas e límpidas, o Rio São Francisco é uma das grandes atrações de Petrolina, a cidade que mais cresce no Nordeste. Petrolina oferece passeio de barco, a prática de esportes náuticos e a poesia de suas águas que cantam em conjunto com o vento. Tudo em Petrolina é pra se ver, tudo em Petrolina é para se sentir e manter para sempre na lembrança. Visitaremos o centro de arte e cultura Ana das Carrancas, o Museu do Sertão e os magníficos vinheiros.

2. Dia (Seg) – Petrolina / Lagos do São Francisco

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Após café da manhã viajaremos para a região mais bonita do São Francisco. História, ecologia, aventura, avançada tecnologia em frutas e produção de energia fazem parte do São Francisco. Região diversificada de clima seco e quente, é banhada pelas águas do rio. A culinária que mistura a sertaneja com as peixadas de Surubim e as praias de água doce e areias alvas e finíssimas encantam.

3. Dia (Ter) – Lagos do São Francisco

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O vale do São Francisco oferece tranqüilidade para esquiar e pescar. Lugar perfeito para passeios em ambientes naturais e exóticos. Faremos também passeios em barco e visitaremos a reserva indígena Pankarapu.

4. Dia (Qua) – Lagos do São Francisco / Imbimirim / Buíque

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Pela manhã saída em bugre através do maravilhoso Parque Nacional Vale do Catimbau, visitando a Serra do Quiridalho, com abrigos naturais e cavernas, onde há registro de inscrições rupestres: a Lagoa do Puiu com as águas da margem esquerda apresentam elevada salinidade, enquanto as da margem direita são doces; as Furnas do Capu e da Lagoa do Puiu são antigos cemitérios indígenas. Imbimirim vive num constante “Dia de todos os Santos”, com sua grande produção artesanal de imagens sacras em madeira. Os trabalhos em tecelagem (redes, tapetes, mantas), fibra, palha, plumaria e sementes são destaques pela perfeição. Em noite de lua cheia assistiremos aos rituais do “Praiá” realizado na reserva indígena Kambiwá.

5. Dia (Qui) – Buíque / Vale do Catimbau

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Pela manhã visita ao Vale do Catimbau que possui cênicas formações rochosas, mas a maior atração são as inscrições rupestres feitas há pelo menos 5 mil anos. Depois da Serra da Capivara, é o mais importante parque arqueológico do país, com 23 sítios catalogados. Os grafismos foram feitos por tribos de épocas distintas, que utilizavam-se de diferentes técnicas de pintura. A tarde caminhada até a Serra das Torres, um antigo vulcão morto.

6. Dia (Sex) – Buíque / Alcobaça / Reserva Kapinawá

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Pela manhã visitaremos o Sítio Alcobaça, com pinturas rupestres de diferentes épocas, assim como inscrições em baixo relevo. As pinturas rupestres mostravam como nossos ancestrais viveram: cabaças, orgias sexuais e animais desconhecidos, mostram que não só os custumes mudaram, mas também a paisagem. Caminhada à Serra do Elefante e a noite assistiremos ao Toré e ao samba de coco, dançados pelos índios em torno do cruzeiro da Igreja de São Sebastião, na reserva indígena. O canto e a dança destinam-se antes de tudo aos rituais. Provaremos, acompanhando os rituais, o famoso Bode no Buraco.

7. Dia (Sáb) - Buíque / Caruaru / Recife

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Pela manhã seguiremos para Caruaru, considerada pela UNESCO, “o maior centro de arte figurativa das Américas”, ressalta-se pela produção artesanal e pelos festejos juninos, ganhando o título de “Capital do Forró”. Visitaremos o Alto do Moura, residência e oficina de diversos artistas do barro. Continuação para alojamento em Recife.

8. Dia (Dom) - Recife / Tour Histórico / Olinda

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Visita da cidade, incluindo a Praia e Igreja de Boa Viagem, Rios Capibaribe e Beberibe e a Capela Dourada. Passagem pelo Forte das Cinco Pontas, Ruas do Sol e da Aurora, Forte do Brum, Pátio de São Pedro, Campo das Princesas, Ponte Maurício de Nassau (local da mais antiga do Brasil). Visita a Olinda – cidade monumento histórico e artístico universal (título concedido pela Unesco), Alto e Igreja da Sé (1537), antigo mercado de Escravos, Ladeira e Convento de São Francisco (1585).