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1. Dia (Dom) – Recife / Tour Histórico

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Capital de Pernambuco até 1937, Olinda possui importante conjunto arquitetônico colonial e por isso em 1982 seu centro histórico foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. A Fundação de Olinda data de 1535. Olinda foi elevada a vila por Duarte Coelho Pereira, donatário da capitania de Pernambuco, que se tornou capital. Visita à pé pelo centro histórico com destaque para Alto e Igreja da Sé (1537), antigo Mercado de Escravos, ladeira e Convento de São Francisco (1585), Palácio Episcopal e o Mosteiro de São Bento que alojou o primeiro curso de direito do Brasil.

2. Dia (Seg) – Recife / Porto de Galinhas / Maceió

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O litoral norte alagoano possui bancos de recifes de corais, extensos coqueirais e praias primitivas> Maragogi é a última parada do litoral de Alagoas, especial para amantes de mergulho, se localiza a 136Km da capital Maceió. Os turistas podem pegar um barco às chamadas Galés, que são arrecifes ricos em flora e fauna. Os guias dizem que Maragogi tem o maior banco de corais contínuo da América. Corais com muitas tonalidades dão um colorido especial às águas. Durante a maré baixa a água não passa de 1,5m de altura. Chegando às piscinas nos encontraremos num aquário natural gigante repletos de peixes e outros animais marinhos. Para os que gostam de mergulhar, os guias alugam usualmente snorkels e óculos de mergulho, imperdível.

3. Dia (Ter) – Maceió / Marechal Deodoro / Praia do Francês

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Pela manhã visita Marechal Deodoro, cidade histórica a 31 Km de Maceió com importante patrimônio arquitetônico, artístico e religioso do Brasil colonial. A cidade foi fundada em 1522 e construída entre o oceano e a Lagoa Manguaba. Aqui nasceu o Mal. Deodoro da Fonseca, proclamador da República e primeiro presidente do Brasl. Os estilos Barroco e Colonial foram cuidadosamente preservados nos prédios, igrejas e casario. As principais atrações são o Convento de S. Francisco (1684), a Igreja Matriz de N.S. da Conceição (1755) e o Museu de arte Sacra, instalado em convento franciscano do séc. XVIII. A lagoa Manguaba possui ilhotas de mangue com passeios de barco e bares. Em seguida, iremos à Praia do Francês com suas águas tépidas e cristalina.

4. Dia (Qua) – Maceió / Tour Histórico + Foz de São Francisco / Penedo

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Após café a manhã, seguiremos de escuna rumo à paradisíaca Foz do "Rio São Francisco" com suas águas profundas e verdes. Para sentir de perto o fascínio do velho "Chico" é preciso encontrar o rio, navegando através de suas correntezas, observando a “cidade rochedo” que surge imponente, com seu patrimônio arquitetônico e cultural. O Rio São Francisco é um ícone que faz parte da cultura do povo de "Penedo". Realizaremos a pé visita histórica por Penedo que é um Forte Histórico onde a arquitetura, paisagens e cultura estão bem preservadas. Caminhar pelas ruas calmas da cidade, observando os detalhes arquitetônicos de escolas e estilos como o barroco e o colonial, é o mesmo que viajar no tempo e voltar à época do Império.

5. dia (Qui) – Penedo / Catamarã Canyons / Paulo Afonso

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Pela manhã, faremos passeio em Catamarã pelos Canyons do São Francisco, passando pelas formações rochosas (Pedra do Japonês e do Gavião), Morro do Macaco, Paraíso do Talhado onde mergulharemos em suas águas verdes; deleitando-se com uma paisagem fulgurante de todo Cânion que margeia o Velho Chico. Almoço no Restaurante Karrancas e visita ao Museu Antropológico de Xingo. Continuação para alojamento em Paulo Afonso.

6. dia (Sex) – Paulo Afonso / Raso da Catarina

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Pela manhã visita em carroça puxada por trator ao Raso da Catarina, reserva biológica em meio ao sertão, com formações rochosas esculpidas pelo vento que ladeiam a trilha do cânion da Baixa do Chico, com 12 Km de extensão. Abriga espécies da flora e fauna típicas da caatinga. Caminharemos pelo cânion por 3 horas. Sugerimos aos mais aventureiros bungee jump na ponte D. Pedro (85m) sobre o Rio São Francisco. À tarde visita as instalações da usina de Paulo Afonso com passeio de teleférico sobre o cânion do Rio São Francisco a 100 m de altura e mirantes.

7. Dia (Sáb) – Paulo Afonso / Lagos do São Francisco

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Após café da manhã viajaremos para a região mais bonita do São Francisco. História, ecologia, aventura, avançada tecnologia em frutas e produção de energia fazem parte do São Francisco. A culinária que mistura a sertaneja com as peixadas de Surubim e as praias de água doce e areias alvas e finíssimas encantam.

8. Dia (Dom) e 9. Dia (Seg) – Lagos do São Francisco

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O Rio São Francisco oferece tranquilidade por ser calmo para sky aquático, passear em banana boat e pesca. Em peral, se está explorando um lugar cheio de magia, encanto e tradições. Pela manhã viagem em embarcação fluvial e visita à Reserva Tacaratu.

10. Dia (Ter) – Lagos do São Francisco / Ibimirim / Buíque

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Pela manhã saída em bugre através do maravilhoso Parque Nacional Vale do Catimbau, visitando a Serra do Quiridalho, com abrigos naturais e cavernas, onde há registro de inscrições rupestres: a Lagoa do Puiu com as águas da margem esquerda apresentam elevada salinidade, enquanto as da margem direita são doces; as Furnas do Capu e da Lagoa do Puiu são antigos cemitérios indígenas. Imbimirim vive num constante “Dia de todos os Santos”, com sua grande produção artesanal de imagens sacras em madeira. Os trabalhos em tecelagem (redes, tapetes, mantas), fibra, palha, plumaria e sementes são destaques pela perfeição. Em noite de lua cheia assistiremos aos rituais do “Praiá” realizado na reserva indígena Kambiwá. Pernoite em Buíque.

11. dia (Qua) – Buíque / Reserva Kapinawá

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Visitaremos a reserva indígena Kapinawá, onde encontraremos belíssimo artesanato em palha, peças produzidas pelos próprios índios, cerâmica utilitária, bordados, renda renascença e tapeçaria. Os indígenas mostram seus dons artísticos fabricando instrumentos e utensílios necessários. Os índios antepassados ensinaram-lhe a trabalhar apenas o necessário e a dividir tudo o que se produz. O sentimento de unidade mantém-lhes coesos e a divisão de trabalho é pelo sexo e idade. À tarde assistiremos ao Toré e ao samba de coco, dançados pelos índios em torno do cruzeiro da Igreja de São Sebastião, na reserva indígena. O canto e a dança destinam-se antes de tudo aos rituais. Provaremos, acompanhando os rituais, o famoso Bode no Buraco.

12. dia (Qui) – Buíque / Vale do Catimbau

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Pela manhã visita ao Parque Nacional Vale do Catimbau, complexo de serras, vales e rochas, que impressiona por sua grandiosidade, beleza, primitivismo e formações geológicas. O Vale do Catimbau tem cênicas formações rochosas, mais a maior atração são as inscrições rupestres feitas há pelo menos 5 mil anos. Depois da Serra da Capivara, é o mais importante parque arqueológico do país, com 23 sítios catalogados. Os grafismos foram feitos por tribos de épocas distintas, que utilizavam-se de diferentes técnicas de pintura.

13. dia (Sex) – Buíque / Alcobaça / Serra das Torres

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Pela manhã visita ao Sítio de Alcobaça, onde apreciaremos uma área arqueológica diferente com pinturas pré-históricas e cavernas. Veremos pinturas rupestres que nos mostram onde viveram seus ancestrais e como o panorama mudou drasticamente. Almoço sob as sombras das “Quixabeiras”. Pela tarde caminhada até a Serra das Torres, visita a um antigo vulcão adormecido e observaremos um inesquecível por do sol.

14. Dia (Sáb) - Buíque / Caruaru / Recife

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Pela manhã seguiremos para Caruaru, considerada pela UNESCO, “o maior centro de arte figurativa das Américas”, ressalta-se pela produção artesanal e pelos festejos juninos, ganhando o título de “Capital do Forró”. Visitaremos o Alto do Moura, residência e oficina de diversos artistas do barro. Continuação para alojamento em Recife.

15. Dia (Dom) - Recife / Olinda

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Capital de Pernambuco até 1937, Olinda possui importante conjunto arquitetônico colonial e por isso em 1982 seu centro histórico foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. A Fundação de Olinda data de 1535. Olinda foi elevada a vila por Duarte Coelho Pereira, donatário da capitania de Pernambuco, que se tornou capital. Visita à pé pelo centro histórico com destaque para Alto e Igreja da Sé (1537), antigo Mercado de Escravos, ladeira e Convento de São Francisco (1585), Palácio Episcopal e o Mosteiro de São Bento que alojou o primeiro curso de direito do Brasil.