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1. Dia (Dom) – Recife / Tour Histórico

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Em 1637, Mauricio de Nassau assumiu o governo de Pernambuco. Liderou uma revolução urbana no Recife: muitas ruas e pontes foram construídas. Visitaremos a cidade, incluindo a praia e Igreja de Boa Viagem, Rios Capibaribe e Beberibe, a Capela Dourada, passando pelo Forte de Cinco Pontas, Ruas do Sol e Aurora, Forte do Brum, Pátio de São Pedro, Campo das Princesas, Ponte Maurício de Nassau (mais antiga do Brasil). Visita a Olinda, capital de Pernambuco até 1837, possui importante conjunto arquitetônico colonial e por isso em 1982 seu centro histórico foi registrado Patrimônio Cultural da Humanidade por UNESCO, Cidade monumento histórico e artístico universal.

2. Dia (Seg) – Recife / Porto de Galinhas / São Benedito do Sul

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Depois do café da manhã, continuaremos a Porto de Galinhas, paraíso que encanta a todos, um nos maiores atrativos turísticos do estado de Pernambuco. Paisagem paradisíaca com águas cristalinas habitadas por inúmeros peixinhos coloridos, rodeada por recifes de corais. Um lugar onde a natureza é esplêndida. Turistas podem tomar uma jangada até as piscinas naturais ricas em fauna e flora. Muitos peixes e corais coloridos dão à água uma coloração especial. Caranguejos e grandes áreas de mangue são comuns em nosso itinerário. Uma boa visita é ao Projeto Hippocampus, que cultivam e preservam cavalos-marinhos, e está aberto diariamente para visitação no manguezal Maracaípe, que é uma praia vizinha a Porto de Galinhas onde os surfistas encontram boas ondas.

3. Dia (Ter) – São Benedito do Sul / Garanhuns

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Viajaremos com destino à aldeia de índios Fulni-ô, que ainda conserva a língua e muitos costumes dos seus ancestrais. Visitaremos a igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição (séc XVIII) e uma das maiores feiras ao ar livre do estado. Conheceremos como vivem os índios e os atuais nordestinos. Continuação para alojamento em Garanhuns, importante estação de férias e apreciaremos a antiga estação ferroviária e o Povoado do Castainho, comunidade negra remanescente do quilombo dos Palmares.

4. Dia (Qua) – Garanhuns / Águas Belas / Lagos do São Francisco

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Viajaremos com destino à aldeia de índios Fulni-ô, que ainda conserva a língua e muitos costumes dos seus ancestrais. Visitaremos a igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição (séc XVIII) e uma das maiores feiras ao ar livre do estado. Conheceremos como vivem os índios e os atuais nordestinos. Continuação para alojamento.

5. Dia (Qui) – Lagos do São Francisco

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A lenda diz que, quem bebe da água do São Francisco, nunca mais deixa de voltar a Petrolina. E a lenda torna-se um fato. Com suas águas mornas e límpidas, o Rio São Francisco é uma das grandes atrações de Petrolina, a cidade que mais cresce no Nordeste. Petrolina oferece passeio de barco, a prática de esportes náuticos e a poesia de suas águas que cantam em conjunto com o vento.

6. Dia (Sex) – Lagos do São Francisco

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Após café da manhã viajaremos para a região mais bonita do São Francisco. História, ecologia, aventura, avançada tecnologia em frutas e produção de energia fazem parte do São Francisco. Região diversificada de clima seco e quente, é banhada pelas águas do rio. A culinária que mistura a sertaneja com as peixadas de Surubim e as praias de água doce e areias alvas e finíssimas encantam.

7. Dia (Sáb) – Lagos do São Francisco / Tacaratu / Reserva Pankarapu

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Pela manhã visita a Reserva Indígena Pakarapu e feira de artesanato. A população indígena de Brasil, 143 grupos tribais, foi agrupado em origens lingüísticas: Tupi, Aruaque, Caribe e Jê. A reserva indígena de Pankararu pertence à haste de Tupinambá, vivem na região dos lagos São Francisco. Danças e rituals indígenas Os antepassados dos índios ensinaram-nos trabalhar somente o tanto quanto era necessário e para compartilhar tudo que produziram. Seu espírito cooperativo os manteve uniudos e a divisão de trabalho se dá pelo sexo e pela idade.

8. Dia (Dom) – Lagos do São Francisco / Conceição das Crioulas / Triunfo

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Logo pela manhã viajaremos para Conceição das Crioulas, uma das remanescentes das comunidades negra do tempo da escravidão. A tarde seguiremos viajem para Triunfo.

9. Dia (Seg) – Triunfo

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Após café da manhã saída para apreciarmos a belíssima vista da Pedra do Sobrado, grande lajedo onde encontraremos além da paisagem, a estação de pesquisa agrícola da Universidade Rural de Pernambuco. Hoje viajaremos desvendando parte do maravilhoso planalto nordestino. Suas formas mais características são a velha região montanhosa da Borborema e grandes chapadas como a do Araripe que terminam em formas de escarpas. Entre as escarpas e a Borborema surgem as depressões, que são regiões baixas e que correspondem exatamente às zonas mais áridas do nordeste do Brasil. A zona do Cariri apresenta relevos do tipo Chapada, uma das regiões mais importantes do sNordeste. A grande quantidade de vegetação no Sopé do relevo é resultado da maior quantidade de água que penetra entre as rochas e formam nascentes na parte inferior.

10. Dia (Ter) – Triunfo / Ibimirim / Buíque

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Pela manhã saída em bugre através do maravilhoso Parque Nacional Vale do Catimbau, visitando a Serra do Quiridalho, com abrigos naturais e cavernas, onde há registro de inscrições rupestres: a Lagoa do Puiu com as águas da margem esquerda apresentam elevada salinidade, enquanto as da margem direita são doces; as Furnas do Capu e da Lagoa do Puiu são antigos cemitérios indígenas. Imbimirim vive num constante “Dia de todos os Santos”, com sua grande produção artesanal de imagens sacras em madeira. Os trabalhos em tecelagem (redes, tapetes, mantas), fibra, palha, plumaria e sementes são destaques pela perfeição. Em noite de lua cheia assistiremos aos rituais do “Praiá” realizado na reserva indígena Kambiwá.

11. Dia (Qua) – Buíque / Alcobaças

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Pela manhã visitaremos o Sítio Alcobaça, com pinturas rupestres de diferentes épocas, assim como inscrições em baixo relevo. As pinturas rupestres mostravam como nossos ancestrais viveram: cabaças, orgias sexuais e animais desconhecidos, mostram que não só os custumes mudaram, mas também a paisagem. À tarde faremos visita a "Igrejinha", onde nós encontraremos formações de rocha típicas. Visitaremos ainda a casa de artesanato de Zé Bezerra. Jantar com música popular e danças.

12. Dia (Qui) – Buíque / Vale do Cartimbau

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Pela manhã visita aos cânyons do Parque Nacional Vale do Catimbau, complexo de serras, vales e rochas, que impressiona por sua grandiosidade, beleza, primitivismo e formações geológicas. O Vale do Catimbau tem cênicas formações rochosas, mais a maior atração são as inscrições rupestres feitas há pelo menos 5 mil anos. Depois da Serra da Capivara, é o mais importante parque arqueológico do país, com 23 sítios catalogados. Os grafismos foram feitos por tribos de épocas distintas, que utilizavam-se de diferentes técnicas de pintura. À tarde trilha a Serra das Torres, antigo vulcão frustado. Não perderemos o maravilhoso por do sol deste magnífico lugar.

13. Dia (Sex) – Buíque / Reserva Kapinawá

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Pela manhã visitaremos a reserva indígena Kapinawá, onde encontraremos belíssimo artesanato em palha, peças produzidas pelos próprios índios, cerâmica utilitária, bordados, renda renascença e tapeçaria. Os indígenas mostram seus dons artísticos fabricando instrumentos e utensílios necessários. Os índios antepassados ensinaram-lhe a trabalhar apenas o necessário e a dividir tudo o que se produz. O sentimento de unidade mantêm-lhes coesos e a divisão de trabalho é pelo sexo e idade. Caminhada à Serra do Elefante e a noite assistiremos ao Toré e ao samba de coco, dançados pelos índios em torno do cruzeiro da Igreja de São Sebastião, na reserva indígena. O canto e a dança destinam-se antes de tudo aos rituais. Provaremos, acompanhando os rituais, o famoso Bode no Buraco.

14. Dia (Sáb) – Buíque / Caruaru / Recife

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Pela manhã visita Caruaru, considerado pela UNESCO, “o maior centro de arte figurativa das Américas”, ressalta-se pela produção artesanal e pelos festejos juninos, ganhando o título de “Capital do Forró”. Visitaremos o Alto do Moura, residência e oficina de diversos artistas do barro. Seguiremos para alojamento em Recife.

15. Dia (Dom) Recife / Olinda

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Capital de Pernambuco até 1937, Olinda possui importante conjunto arquitetônico colonial e por isso em 1982 seu centro histórico foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. A Fundação de Olinda data de 1535. Olinda foi elevada a vila por Duarte Coelho Pereira, donatário da capitania de Pernambuco, que se tornou capital. Visita à pé pelo centro histórico com destaque para Alto e Igreja da Sé (1537), antigo Mercado de Escravos, ladeira e Convento de São Francisco (1585), Palácio Episcopal e o Mosteiro de São Bento que alojou o primeiro curso de direito do Brasil.